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DENÚNCIA BIBLIOTECA MUNICIPAL ABANDONADA
TVC
Prezado,
Como falei ontem no chat, estou enviando as fotos da biblioteca Municipal de Maricá (FOTOGRAFIAS NO DIA 14/04/2009).
E impressionante o descaso do nosso prefeito e de sua equipe....
Pelas fotos, podemos observar que as estantes são diariamente cobertas no final do expediente ou em possíveis chuvas e descoberta ao inicio do mesmo caso não esteja chovendo.... pois após as chuvas a biblioteca encontra-se completamente alagada, são muitas goteiras dentro do prédio, logo os livros se molham, se danificam, estão sendo destruídos gradativamente.
Pode ver também que a estrutura está toda comprometida com mofo, bolor e cupim.... ninguém agüenta ficar muito tempo lá dentro pois as doenças respiratórias atacam. Funcionários e leitores prendem a respiração ou ate mesmo caminham ate a pequena porta para tomar um ar....
Se tiverem a oportunidade, peço que façam uma visita ao prédio para sentir o odor que é! Apesar de muitos estudantes necessitarem do local para estudar e pesquisar, todos saem de lá com problemas respiratórios, bronquites, asmas, corisa e dando muitos espirros, o local encontra-se abandonado pela prefeitura.
Os aparelhos de ar condicionados não funcionam e só existe uma porta que não da vazão para ventilação.
Estou aqui para demais esclarecimentos e eventuais duvidas.
Abçs
Juliana Pontes
Contato de Ana Paula
Amigos, colegas e vizinhos,
Obrigada pela atenção dispensada nestas minhas ultimas mensagens, pois é muito difícil conseguir ser ouvida por alguém que realmente possa fazer a diferença, para a maioria não interessa se não for para benefício pessoal, ignora simplesmente, principalmente nesta época que precede eleições.
O ocorrido aqui ultrapassa um problema ambiental, é um problema de grande impacto social. Milhares de pessoas ficaram isoladas com esta atitude, sejam eles trabalhadores, idosos, jovens e crianças. Muitas crianças não podem freqüentar as aulas, mesmo a escolaridade retornando á normalidade, pois a distancia e a periculosidade da sugestão imposta pela prefeitura não é aceitável para muitas famílias. Isto é, fomos colocados à margem desta sociedade, fomos marginalizados literalmente.
Ao obrigarem nossos filhos a fazer um caminho por rodovias estaduais, sem sinalização e transporte adequado, (onde este deve ter uma velocidade máxima de 60 Km/h e o limite desta rodovia é de 80 Km/h, faz com que tentem forçar a passagem para que estes se sintam acuados a imprimam mais velocidade), é o mesmo que ser obrigado pelo governo local a morar numa área de risco de deslizamento com previsão de chuva forte para aquele período. A vida destas crianças é mais valiosa que a omissão e o desinteresse público dos governos em buscar uma alternativa urgente e segura. O que aqui nesta cidade já se tornou normal, ignorar a criança e o adolescente, citando só um exemplo, o Projetos esportivos como o Navegar não acontecem mais desde a nova gestão, equipamentos estão estragando sem uso, crianças de outros lugares poderiam estar usando estes equipamentos, crianças daqui poderiam estar se preparando para as Olimpíadas uns para daqui a 2 anos outros para daqui a 6 e estes jovens poderiam ainda estar contando com auxilio a esportistas do governo, estes jovens estariam ocupados com uma atividade esportiva e não nas ruas sem o que fazer, estes jovens poderiam com este projeto se capacitar para dar continuidade a esta carreira, jamais saberemos se teríamos um campeão Olímpico ou não!
Muitas famílias buscam fazer certo (poupando vidas, pagando impostos e serviços) na busca da melhora de qualidade de vida ainda que não seja em centros urbanos ou bairros nobres, pois é onde consegue pagar com seus salários (quando empregados ou com sua forma de sustento), outras ousam ao residir em áreas de risco para serem recompensadas, seja buscando menor gasto para estar próximo ao trabalho ou de centro urbano. Sendo recompensado ás custas de vitimas da própria família, mesmo que de forma inconsciente, é muito comum isto, e é o que vemos depois destas chuvas nas cidades, onde pessoas se aproveitaram desta desgraça de seus vizinhos para conseguir recursos fáceis oferecidos comumente e oportunamente pré-eleição.
Quem perdeu casa, recebe outra, ou uma ajuda para alugar, quem perdeu familiar recebe doações e etc., e quem sofreu exclusão? Falta de acesso ás escolas, maior distancia e custo nos transporte? Pois os transportes escolares particulares que ousam fazer este caminho gastam mais combustíveis e sobrecarregam os pais financeiramente (além de não estarem qualificados para fazer este percurso), citados anteriormente como perigo real e imediato. Ninguém nos vê como vítimas e o quanto fomos marginalizados com este abismo criado, muitos já voltaram para suas casas, muitos já reinvidicaram novas e nós nem podemos sair das nossas. São milhares de pessoas isoladas de seus colégios, afastadas de seus trabalhos e ninguém se importa o quanto vítimas também somos e com isto mais uma vez somos excluídos. Toda a cidade tem que ter um plano de emergência que otimize vidas e comunidades, o nível da lagoa subir por ração de chuvas forte é um risco eminente, nem precisa conciliar com maré alta. E este plano tem que contemplar todas as comunidades, por igual.
Continuarei a fazer a minha parte, meu protesto silencioso, de forma escrita sob a tela, na esperança de conseguir sensibilizar pessoas, órgãos que relevante competência de cobrar ações de mitigação deste impacto, vejam o quanto vitimado somos por construir ou viver em lugar seguro, obedecendo a leis, seguindo normas de construção e segurança mesmo quando humildes, vítimas por acreditarem em regras e normas que foram criadas para serem obedecidas. E, no fundo nos sensibilizamos com os outros e esquecemos-nos de nos defender, esquecemos que apesar de não termos perdas financeiras ou de parentes, fomos separados totalmente do convívio urbano, fomos obrigados a nos calar pelo constrangimento que nos fazerem sentir que só eles são vítimas, esquecendo que ao buscarmos as legalidades buscamos poupar o governo de problemas.
Quero acreditar na competência dos órgãos que criaram toda a legislação ambiental e social, e sei que sempre têm dificuldade de fiscalização e pessoal, entretanto, não podemos nos ocultar na cobrança de qualquer atitude de correção quando cabível. É mais fácil prender um seringueiro, pobre, sem recursos e conhecimentos como aconteceu outrora, do que ser cobrado o cumprimento da lei aos gestores.
Muitos falam que a educação ambiental resolverá tudo, mas quando falam isto contam só com as crianças para mudarem o mundo, geralmente adultos se isentam desta responsabilidade na hipocrisia “faça o que falo mas não faça o que faço”. É a mesma coisa, profissional do governo elabora normas, leis, procedimentos e etc, cobram o cumprimento do cidadão, cobram o cumprimento do empreendedor, mas do gestor sempre buscam uma forma de legalmente burlá-las, muito que elegantemente fazer que não valha para si. O sistema é hipócrita.
A educação ambiental não vai fazer todos agirem certo pela lei, enquanto os órgãos competentes não fizerem valer a lei para todos em igualdade de realização, remediação ou de punição. Mais uma vez lembro que leis resoluções e demais normas ambientais visam às comunidades nela existentes, sem falar na Constituição.
Focando ao assunto de Maricá, se quiserem efetivamente abaixar o nível da Lagoa para fins de construção de condomínios ou outras razões, por que não compensar reflorestamento em outros lugares, tratamento do esgoto antes de despejar “in natura” na lagoa, verificar se mesmo com chuva aquela não será área de risco de enchente e se aqueles domicílios estão seguros para o local? Não é uma sugestão, qualquer ação compensatória deve ser planejada em conjunto com a comunidade. Façam planejadamente, contemplando com um plano de emergência, um plano B se as coisas não saírem exatamente como se pensou, um plano para a natureza estar a favor e não contra. (Anexo fotos que mostram área arenosa na margem da lagoa que não existia normalmente, e vem acontecendo poda e capina das plantas existentes nas faixas marginais de proteção na orla da lagoa, também o nível da lagoa que era +/- na altura do quadril do pescador, hoje está na linha do joelho, mais de 30 cm mais baixo do normal).
Circula uma informação que o nível da lagoa se equiparará com o mar, entre os dias 20 e 22 de abril.
Isto fará com que a população impactada pela abertura do canal seja contemplada com alguma ação rápida e segura de acessibilidade? Tenho receio que isto não aconteça, já foram tantas melhorias sugeridas em relação a outros assuntos pela gestão e nada até o momento sequer começou (no plano diretor existe um canal naquela mesma localidade, sobre ele uma ponte e tudo isso consta como já construído, em funcionamento e com uma draga 24 horas disponível). Esta cidade comparada com qualquer outra da região parece estar abandonada sem comunicação.
Duas frases muito inteligentes resumem minha posição:
“Fala-se tanto da necessidade de deixarmos um planeta melhor para os nossos filhos que se esquece da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta.” (autor desconhecido)
“A audácia dos maus se alimenta da covardia e omissão dos bons.” (Papa Leão XIII)
Eu quero ter a certeza de ter passado o melhor para meus filhos assim como não omitir por ser correta, não acovardar frente a quem nos afronta. Quero que evite o embate, mas lute pelo que acredite, e quero que acima de tudo cumpra as leis, e confie na justiça.
Atenciosamente,
Ana Paula de Carvalho
www.marica.com.br/territoriolivre - Parceiro do Comunidades em Ação desde 1998
Mensagem de Enorê Rodrigues
SE A PREFEITURA DE MARICÁ PODE DIFICULTAR... A vacina influenza (H1N1) somente está sendo aplicada no posto de saúde central de Maricá.Para se sair de Itaipuaçu e chegar no centro de Maricá pega-se no mínimo dois ônibus,agora com o tal ponto de integração na Praça da 70 pega-se até 3 conduções. Incoerência;Ora, se o Ministério da Saúde prioriza sexagenários,portadores de doenças crônicas,gestantes ,etc verifica-se de imediato que se trata de um público que natutalmente tem dificuldades de se locomover até o centro de Maricá.Seria muito difícil para a secretaria de saúde marcar uns dois ou três dias para aplicar a vacina no Posto de Saúde Santa Rita de Cássia. O que se percebe é que o governo que se anunciou em campanha como governo popular nada fez até hoje,com 16 meses de administração que merecesse um mínimo de elogio.É por isso que a rejeição do Quaquá está pior do que a rejeição que flamenguistas nutrem em especial nessa segunda feira,19 de abril de 2009, contra os botafoguenses.
REPASSANDO IMAGENS DA MORADORA E TAMBÉM GUERREIRA HÁ MUITO TEMPO: "OLHA A RUA A BEIRA DA PRAIA - Então, veja como esta na beira mar (rua da praia). E assim estão todas as ruas por aqui, pois os onibus ficam passando pelos lugares que dá, e acaba por estragar tudo com o peso. Todas as ruas estão prejudicadas, só saimos de casa porque precisamos e vamos costurando entrando e saindo da rua assim que encontramos obstáculos. Etâ prefeito bom !!!!! Veja a musica do prefeito. Rose" Vejam clickando
aqui.
ATENÇÃO PESSOAL,AO MENOR SINTOMA DE QUALQUER COISA,CORRER PARA UM HOSPITAL EM NITERÓI É A ÚNICA CHANCE DE NÃO MORRER .O CONDE MODESTÍSSIMO LEAL DE LEAL SÓ TEM O NOME - MARICÁ NO FANTÁSTICO,O QUAQUÁ CONSEGUIU NOS COLOCAR EM MÍDIA NACIONAL A SAÚDE DE MARICÁ FIGURA NO RANKING NEGATIVO - Maricá foi manchete no fantástico desse domingo,18 de abril de 2010,o hospital Conde Modesto Leal apareceu na Globo.Bem,a esculhambação do governo Quaquá já era bastante conhecida como um todo,agora aparecemos novamente na área da saúde. Vejam clickando
aqui.
ALERTA MARICÁ
TUDO É POSSIVEL EM MARICÁ AGORA - Imaginem um cidadão de porte descomunal seminu, portando arco e flexa, berrando que se chama "Caboclo Ventania", e rebentando uma porta. O que aconteceria se isso fosse dentro de um hospital? E se o mesmo cidadão horas depois, alem disso tudo ainda se encontrasse agora coberto de fezes circulando aos berros e quebrando objetos do hospital? Pois aconteceu isso durante a tarde de sexta no hospital Modesto Leal de Maricá, e os (ir)responsáveis pelo Modesto Leal não fizeram nada, pelo visto ninguém notou que o mesmo estava totalmente transtornado, afinal índios, violência, destruição e irracionalidades não são novidades no governo Quaqua.
DO HOSPITAL o cidadão saiu tranqüilamente para continuar sua destruição, que incluiu a destruição do templo Rosa de Sharon na Estrada do Boqueirão, terminando o trajeto preso no fim da noite, depois de destruir uma casa.
O MAIS INTERESSANTE, é que por ser antiga conhecida de muitos maricaenses a violência do "Caboclo Ventania", o qual passa longos períodos internado em sanatórios, desde terça-feira se tentava a internação do mesmo, porem o hospital o liberava, enquanto o problema se agravava.
O MAIS INACREDITÁVEL, é que o risco de o liberarem continua, pois continua no Modesto Leal, sem ter sido ainda transferido para alguma unidade de psiquiatria.
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