VEM AÍ O FESTIVAL DA LÍNGUA!!!

“Maricá: O Fantástico Mundo do Prefeito ou um Delírio Coletivo?”.

O prefeito de Maricá continua a traçar um plano ambicioso para a cidade, levantando a voz em meio a aplausos ao anunciar mais um projeto grandioso, que ele descreve como a construção de uma “cidade do futuro”.

Sorridente, ele destacou com orgulho suas raízes:

“Em minhas veias corre sangue negro e português”, proclamou, justificando sua conexão com Portugal e anunciando a vinda das célebres sardinhas portuguesas em latinhas, com um convênio previamente estabelecido entre Maricá e empresas lusitanas.

Entretanto, enquanto o prefeito pinta um quadro radiante para o futuro, a realidade de muitos maricaenses é bem diferente.

Numa aparenta tentativa de agradar aos cidadãos, ele anunciou o festival “Língua ao Mar”, que reunirá países de língua portuguesa em um evento que promete colocar Maricá sob os holofotes do mundo.

Mas, ao que tudo indica, o que deveria ser uma celebração da cultura encontra um contrapeso curioso: um suposto “passaporte sem fronteiras” para os convidados, com todas as despesas sendo custeadas pelo dinheiro do povo de Maricá.

Essa informação, entregue por um conselheiro de confiança do prefeito, embora não confirmada oficialmente, parece coerente com o que ocorreu anteriormente durante o festival da Utopia, que também absorveu recursos públicos para bancar a vinda de visitantes de várias partes do Brasil e do exterior.

Se a promessa do passaporte sem fronteiras se concretizar, muitos cidadãos se perguntam: será que a população de Maricá está sendo chamada para subsidiar uma festa que, a priori, parece mais um capricho do prefeito do que uma verdadeira oportunidade de progresso?

“AVE QUAQUA”, gritam os que se sentem desiludidos, conscientes de que as contas não estão fechando.

A expectativa agora gira em torno do que esse “revolucionário” pretende realmente alcançar.

Maricá se tornará a vitrine internacional que o prefeito promete, ou assistiremos, mais uma vez, a um espetáculo grandioso custeado pelo erário, enquanto os problemas locais permanecem sem solução?

O que está claro é que, para muitos maricaenses, essa visão de futuro pode ser mais um delírio coletivo do que uma realidade palpável.