POLÍTICA ARTE DE ENGANAR O POVO,:Maricá das vitrines” que esconde seus problemas reais..

Parabéns a Pery Salgado (Responsável pelo Jornal Barão de Inohan) pela matéria “PROMETIDO NO SEGUNDO GOVERNO, PROJETO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO VOLTA A CIDADE DAS UTOPIAS” contra a “Maricá das vitrines” que esconde seus problemas reais**

A TVC Copacabana parabeniza o jornalista Pery Salgado pela brilhante matéria que escancara mais uma vez a estratégia do prefeito de Maricá de maquiar a realidade com eventos “nécessaire” aqueles que servem mais para propaganda que para solução de problemas.

O trabalho de Pery expõe como a gestão tenta vender uma imagem ilusória de aprovação popular, enquanto a rejeição cresce a cada dia.

Um detalhe simbólico: homens não identificados, com postura e protocolo típicos de seguranças, sempre cercando o prefeito, que demonstra medo de circular sem essa proteção.

Diferente de gestores que confiam no próprio povo, Quaquá prefere criar eventos de vitrine e gastar milhões em divulgação nacional para construir uma administração “de fora para dentro”, bancando um marketing pago com o dinheiro da população.

O mais recente capítulo dessa política de ilusão é o retorno da antiga promessa do transporte aquaviário, apelidado de “Vermelhinho das Águas”.

A ideia não é nova: ainda em 2013, Quaquá anunciou ligação por catamarãs entre São José do Imbassaí e Araçatiba. Passada uma década, a promessa nunca saiu da utopia.

Agora, a Prefeitura inicia mais um estudo de viabilidade para ligar pontos do município por meio das lagoas um projeto que exigirá dragagem, limpeza, demolição e reconstrução de pontes, além de obras ambientais complexas.

O diretor da Codemar, Rodrigo Corrêa, chegou a anunciar “condições perfeitas” para a primeira estação modelo, mas, no mesmo evento, desmentiu informações da própria Secretaria de Comunicação, evidenciando a falta de sintonia interna no governo.

O secretário de Pesca, Alexandre Oliveira, destacou benefícios ambientais e turísticos, apostando no apoio à pesca local e no uso sustentável das lagoas.

No entanto, a ausência de prazos, a repetição de promessas antigas e a dependência de obras paralisadas como o guia-corrente no Canal da Costa, parado pelo Ministério Público fazem com que o projeto continue mais perto da ficção que da realidade.

Enquanto isso, Araruama, cidade vizinha, já possui transporte aquaviário turístico viabilizado pela parceria público-privada. Lá, não foi utopia: foi sonho realizado.

Em Maricá, a impressão que fica é a de que continuamos vivendo na “cidade do poderá, deverá… mas nunca faz”.

Pery Salgado, com sua apuração precisa, mostra que jornalismo sério não se rende a narrativas fabricadas.

Seu trabalho reforça a necessidade de questionar, expor e cobrar.

Porque, para além das vitrines e dos discursos de marketing, Maricá precisa de soluções concretas e não de mais uma década de promessas à deriva.

O TEMPO É O SENHOR DA VERDADE