O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, vive hoje uma realidade bem diferente daquela de seu passado político.
Se antes se apresentava como um líder próximo do povo, hoje aparece cercado por seguranças, protegido por muros simbólicos e afastado da população que o elegeu.
A crise de imagem é visível. A rejeição do atual prefeito atinge níveis históricos na cidade, o que se reflete em gestos cada vez mais reveladores de insegurança.
A mais recente demonstração veio à tona com convites enviados para inaugurações de obras públicas, onde uma frase chamou atenção:
“Agenda restrita a convidados”.
Em outras palavras: a população de Maricá, que deveria ser a protagonista em atos de entrega de obras, foi deixada de lado.
Segundo informações recebidas pelo jornalista Ricardo Cantarelle, essas inaugurações têm sido marcadas por protocolos atípicos, reunindo apenas vereadores, suplentes e apadrinhados políticos do prefeito.
Para muitos, trata-se de uma aberração política e um retrato fiel do isolamento de Quaquá diante da revolta popular.
Enquanto tenta vender, através de milionárias campanhas publicitárias, a imagem de uma “cidade futurista”, a realidade é marcada pelo desemprego crescente e pelo desmonte de projetos sociais implantados em gestões anteriores.
Programas que garantiam dignidade a famílias mais humildes foram encerrados, deixando centenas de trabalhadores sem função.
Críticos afirmam que o balcão de negociatas virou marca registrada da atual administração, com cargos sendo entregues a pessoas de fora do município em troca de acordos políticos, contrariando o discurso de Quaquá do passado, quando atacava adversários chamando-os de “senhores da casa grande”.
Hoje, ironicamente, sua postura o aproxima mais de um “capitão do mato”, conforme comentam moradores revoltados.
Para muitos analistas locais, todo esse movimento tem um objetivo claro: pavimentar a candidatura de seu filho a deputado, custe o que custar. Mas, em meio ao medo da rejeição popular e ao distanciamento cada vez maior entre prefeito e população, a pergunta que fica é: até onde esse projeto pessoal pode sufocar os interesses coletivos da cidade?
Como já dizia um ditado popular: “O tempo é o senhor da verdade”. E em Maricá, essa verdade começa a bater à porta.
Quaquá se afasta do povo enquanto Fabiano Horta mantém o reconhecimento popular..
Em Maricá, a diferença de postura entre gestões salta aos olhos. Enquanto Washington Quaquá, atual prefeito, insiste em inaugurar obras públicas de forma restrita, cercado apenas de seus apadrinhados e protegido por seguranças, o ex-prefeito Fabiano Horta se destaca pelo contato próximo com a população, que o reconhece e o recebe com carinho dentro e fora do município.
A rejeição que acompanha Quaquá é proporcional à sua sede de poder. Suas inaugurações, marcadas pela ausência do povo, refletem um projeto de governo voltado mais para a construção de sua própria base política do que para atender às demandas reais da cidade. Em contrapartida, Horta, em sua gestão, administrou de forma mais popular, deixando clara a diferença entre quem governa para fortalecer o povo e quem governa para fortalecer a si mesmo.
Esse contraste mostra que, em Maricá, há dois caminhos: o da política feita de cima para baixo, onde o povo é mero espectador, e o da política de presença, onde o governante se coloca lado a lado com os cidadãos.
Quaquá se afasta do povo enquanto Fabiano Horta mantém o reconhecimento popular..
Em Maricá, a diferença de postura entre gestões salta aos olhos. Enquanto Washington Quaquá, atual prefeito, insiste em inaugurar obras públicas de forma restrita, cercado apenas de seus apadrinhados e protegido por seguranças, o ex-prefeito Fabiano Horta se destaca pelo contato próximo com a população, que o reconhece e o recebe com carinho dentro e fora do município.
A rejeição que acompanha Quaquá é proporcional à sua sede de poder. Suas inaugurações, marcadas pela ausência do povo, refletem um projeto de governo voltado mais para a construção de sua própria base política do que para atender às demandas reais da cidade. Em contrapartida, Horta, em sua gestão, administrou de forma mais popular, deixando clara a diferença entre quem governa para fortalecer o povo e quem governa para fortalecer a si mesmo.
Esse contraste mostra que, em Maricá, há dois caminhos: o da política feita de cima para baixo, onde o povo é mero espectador, e o da política de presença, onde o governante se coloca lado a lado com os cidadãos.