Grave denúncia expõe caos no Hospital Conde Modesto Leal em Maricá..

Uma denúncia registrada em vídeo por Celi, moradora de Maricá, revela uma situação
“ALARMANTE” no Hospital Conde Modesto Leal, colocando em evidência a falta de gestão da saúde na cidade.

Segundo a moradora, ela levou seu sobrinho, que possui problemas mentais, ao hospital na manhã de segunda-feira, solicitando uma transferência urgente. Até o final do dia, nenhum atendimento adequado foi prestado.

O paciente teve um surto, e a situação foi agravada pelo uso de força policial. De acordo com o relato, policiais utilizaram violência excessiva: algemaram o paciente, jogaram no chão, pisaram na barriga dele, aplicaram chutes e o conduziram ao setor de trauma.

Tentando intervir, a irmã da denunciante
foi submetida a choque elétrico, mesmo sendo portadora de problemas cardíacos graves (apenas 20% da função do coração), colocando sua vida em risco.

Celi denuncia ainda que ela estava se sentindo constrangida como se fosse uma criminosa sendo observada como mostra as imagens viemos buscar socorro estamos sendo tratados como criminosos.

A denúncia evidencia o colapso da gestão municipal na saúde, com relatos de falta de alimentação adequada para funcionários, escassez de papel higiênico para pacientes e funcionários, além de infraestrutura precária em um hospital de referência.

Tudo isso ocorre sob a responsabilidade do secretário de saúde, que já foi detido em operação da Polícia Federal e vem sendo denunciado constantemente no plenário da Câmara pelo vereador Ricardinho Netuno

Enquanto a população sofre, o prefeito Quaquá se encontra na Europa, envolvido em atividades empresariais e lazer em restaurantes caros, deixando a cidade refém de uma administração que prioriza interesses pessoais e o marketing político em detrimento da vida e da saúde dos maricaenses.

A TVC questiona: como é possível que, diante de tamanha negligência, gestores continuem impunes enquanto pacientes e familiares são tratados como marginais?

A responsabilidade direta recai sobre o secretário de saúde e sobre o prefeito, que têm ignorado problemas graves e contínuos na área mais sensível da administração municipal.

Esta denúncia expõe mais uma vez que a cidade vive uma gestão que transforma a vida dos cidadãos em moeda de troca política, colocando em risco os direitos básicos à saúde e à dignidade.