-Quaquá: o espetáculo que virou farsa…

Recentemente circulou um vídeo em que um morador de São Gonçalo aparece de sunga, dançando e levando um cooler pelas ruas de Itaipuaçu, dizendo estar em Maricá para visitar amigos e aproveitar as prainhas.

Entre risos e ironias, convida o público: “traga sua namorada, amante ou ficante, porque praia aqui não falta”. Logo depois, surgem imagens de ruas completamente alagadas.

Em outra edição, feita com Inteligência Artificial, Quaquá aparece em um sítio cercado de galinhas, parodiando suas próprias promessas de “plantar árvores valiosas” e gerar renda agora dizendo que vai “comprar três vacas para cada família”.

Essas montagens, que viralizam com facilidade, traduzem o que a população sente: Quaquá perdeu a credibilidade.

As palmas e as presenças em eventos como o da Arena da Barra (Encontro das Lideranças) não passam de um teatro armado por pessoas que estão dentro da máquina pública ou têm familiares nela, tentando manter o emprego e os benefícios que dependem diretamente do poder municipal.

A verdade a TVC mostra diariamente, ao lado das verdadeiras lideranças comunitárias, que vêm desafiando o prefeito a retomar o que fazia no passado: andar entre os moradores, ouvir o povo e enfrentar a realidade de perto.

Mas o que se viu recentemente no Bairro da Amizade foi o oposto Quaquá caminhando cercado por seguranças e secretários, procurando alguém para cumprimentar, e sendo ignorado pela população.

É lamentável o preço que ele está pagando.

Suas antigas conquistas em Maricá estão se perdendo, engolidas pela decepção popular e pelas promessas não cumpridas.

O desemprego cresce, as geladeiras estão vazias, e o presente é incerto.

Enquanto isso, a prefeitura virou moeda de troca: centenas de pessoas de fora da cidade ocupam vagas que deveriam ser dos trabalhadores maricaenses.

Enquanto o prefeito viaja pela Europa, visitando museus e clubes de futebol, Maricá vive dias de abandono. Ruas alagadas, obras paradas e famílias inteiras sem renda são o retrato de um governo que perdeu o rumo.

E diante desse cenário, os deputados ligados à cidade seguem omissos, calados diante do sofrimento de milhares de famílias.

O silêncio deles é cúmplice e faz parte do mesmo sistema que mantém a população distante das decisões que realmente importam.

Chegou a hora de expor o teatro político e cobrar responsabilidades.

Maricá precisa de líderes presentes, que andem com o povo não de quem usa o poder para se cercar, se esconder e continuar distribuindo cargos enquanto a cidade afunda.