“Defesa Civil alerta: tempestade e ventos fortes podem atingir a serra do RJ e a Costa Verde”

As autoridades do Rio de Janeiro e dos órgãos meteorológicos emitiram um alerta importante para a população da região serrana e da Costa Verde: há previsão de tempestade, chuvas intensas e ventos muito fortes nas próximas horas.

Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), há aviso de tempestade para parte do estado, com possibilidade de ventos de até 60 km/h, além de risco de granizo e chuvas volumosas.

Ao mesmo tempo, a Defesa Civil do Rio de Janeiro reforça que um ciclone extratropical pode provocar rajadas de vento entre 60 km/h e 85 km/h, especialmente na Costa Verde (incluindo cidades litorâneas) e em áreas serranas, onde a topografia intensifica os efeitos do vento.

A Agência Brasil, por meio do Sistema Alerta Rio, alerta para que a população evite locais vulneráveis, como áreas abertas, árvores e estruturas metálicas, durante o período de instabilidade.

Já nas regiões serranas como Petrópolis a previsão indica ventos “moderados a muito fortes” durante a madrugada e ao longo do dia, segundo a Defesa Civil municipal.

A mobilização preventiva já está em marcha: o alerta meteorológico vale até o final do dia, e a população deve redobrar os cuidados, especialmente em encostas, para prevenir deslizamentos, e em casas com estruturas frágeis que podem ser danificadas pela força do vento.

Recomendações da Defesa Civil:

Fechar janelas, basculantes e portas para evitar que a força do vento invada as casas.

Evitar ficar debaixo de árvores, próximo a estruturas metálicas ou objetos soltos.

Não praticar esportes ao ar livre ou se expor desnecessariamente, especialmente em áreas altas ou escarpadas.

Em caso de falta de energia ou queda de galhos, ter cuidado com velas, fogueiras ou fontes de ignição.

Ficar atento a áreas de risco de alagamento ou deslizamentos, especialmente na serra.

Este cenário climático reforça a importância de estar preparado e atento os efeitos de uma tempestade forte nas regiões serranas e costeiras podem ser mais graves do que se imagina, por causa da combinação de relevo acidentado, vegetação e ventos.

A Defesa Civil segue monitorando e deve emitir novos boletins conforme a situação evoluir.