Conta de luz segue mais cara: Aneel mantém bandeira amarela em setembro; entenda o impacto no seu bolso

Entenda a cobrança extra na conta

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou nesta sexta-feira (28) a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de setembro. Com a decisão, os consumidores brasileiros continuarão pagando uma taxa adicional de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Por que a tarifa continua amarela?

Segundo a Aneel, a medida é reflexo das condições climáticas atuais. O período de tempo seco reduz a disponibilidade de recursos hídricos, forçando o acionamento de fontes de geração de energia mais caras, como as usinas termelétricas, que possuem um custo de operação superior às hidrelétricas.

O sistema de bandeiras tarifárias

Criado em 2015, o sistema de bandeiras serve como um termômetro para o custo real da energia no país. Ele indica se a eletricidade está mais barata ou mais cara, dependendo do cenário de geração. Os valores variam entre a bandeira verde (sem custo extra), amarela (R$ 1,88 a cada 100 kWh) e a vermelha, que possui patamares de custo ainda mais elevados, como R$ 4,46 a cada 100 kWh no patamar 1.

Como economizar energia

Diante do cenário de custos elevados, a agência reforça a necessidade do consumo consciente. Pequenas mudanças na rotina, como evitar o uso de aparelhos de alto consumo em horários de pico e redobrar a atenção com o tempo de uso de chuveiros elétricos e ar-condicionado, podem ser estratégias eficazes para mitigar o impacto financeiro na conta de luz ao final do mês.