A CPI da ALERJ realizou uma investigação surpreendente, expondo diversas irregularidades na empresa que presta serviços ao governo do Rio de Janeiro. Durante a audiência da “CPI dos Reboques”, o diretor-técnico operacional do Detro-RJ, José Eduardo de Lima, chocou a todos ao revelar que o contrato de reboque com a empresa APL, supostamente de R$ 4 milhões, na verdade, prevê o pagamento de R$ 43 milhões. Além disso, a CPI em ação descobriu irregularidades nas operações de trânsito e até mesmo reboques ilegais do próprio Detro-RJ. Esta investigação promete abalar a Indústria da Multa no estado, mostrando que a lei deve valer para todos, inclusive aqueles que deveriam dar o exemplo.
A CPI da ALERJ está lançando luz sobre um escândalo que vai além das irregularidades na indústria dos reboques no Rio de Janeiro. Durante uma fiscalização minuciosa realizada pelos deputados membros da CPI, foram reveladas práticas questionáveis do órgão fiscalizador, que estava rebocando veículos de trabalhadores por pequenos detalhes, levantando sérias dúvidas sobre a legalidade de suas operações.
A pergunta que não quer calar é por que o governador Cláudio Castro, mesmo tendo conhecimento das diversas irregularidades descobertas pela CPI, não suspendeu imediatamente as operações do DETRO. Este escândalo coloca em destaque a necessidade urgente de investigar não apenas a indústria dos reboques, mas também o próprio órgão encarregado de fiscalizar, deixando todos a se perguntar se a lei está realmente sendo aplicada de forma justa no estado.
Pau que bate em Chico, bate em Francisco’. Então por que o DETRO não respeita a Lei,os trabalhadores que estão com seus veículos no depósito deve ter a certeza que o governador está conivente com todas às ocorrências que também estavam fora da Lei..