ESTADO DÁ A RESPOSTA QUE A POPULAÇÃO ESPERAVA NA LUTA PELO RESGATE DO ESTADO DE DIREITO ENQUANTO EM MARICÁ A PÉSSIMA GESTÃO DE QUAQUÁ TRANSFORMA A CIDADE NA “MORADA DO CRIME”…

Enquanto governadores de vários estados se unem no Consórcio da Paz, liderado por Cláudio Castro e Ronaldo Caiado, para enfrentar com firmeza o avanço do narcoterrorismo e do crime organizado, Maricá segue o caminho oposto, mergulhada no improviso e na insegurança provocada pela má gestão do prefeito Washington Quaquá.

Em todo o país, o Estado começa a reagir com operações estratégicas, integração entre forças e resultados concretos.

Já em Maricá, o que se vê é uma cidade desprotegida, onde o poder público finge ter o controle, mas a criminalidade dita as regras.

A morte de uma moradora inocente em Ponta Negra escancarou o fracasso de um sistema de segurança que existe apenas nos discursos oficiais.

Nos dias que antecederam o ataque, criminosos usaram as redes sociais para anunciar uma invasão armada, declarando estarem “preparados para o confronto”.

Mesmo diante dessas ameaças, nenhuma ação preventiva foi adotada pela prefeitura e o resultado foi trágico.

Os criminosos cumpriram a promessa, espalharam o terror, e uma mulher perdeu a vida.

Pior: um agente da 82ª DP, em áudio amplamente divulgado, garantiu à população que tudo não passava de “fakenews”, afirmando que Maricá estava segura e monitorada.

Horas depois, os bandidos desafiaram o Estado de Direito e mostraram que a cidade está, na verdade, refém da desorganização e da propaganda enganosa.

O prefeito Quaquá insiste em se vangloriar do suposto sistema de vídeo monitoramento, alegando que ele “identifica e prende criminosos”.

Mas como um comboio armado pôde circular livremente, atacar um bairro e fugir sem ser interceptado, se esse sistema realmente funcionasse?

A resposta é simples: as câmeras não substituem comando, planejamento e coragem administrativa.

Relatos da mídia local reforçam o **clima de medo generalizado.

Bairros como Inoã, Itaipuaçu e Ponta Negra vivem sob ameaça constante, com confrontos e ações de facções que desafiam as forças de segurança.

Enquanto o Estado reage em todo o território nacional, Maricá se torna símbolo da omissão e da incompetência municipal.

O caso de Ponta Negra é um divisor de águas: não foi um episódio isolado, foi o retrato fiel do que acontece quando o discurso político se sobrepõe à proteção da vida.

A população precisa saber que o verdadeiro responsável pela insegurança é quem prometeu segurança total e entregou uma cidade dominada pelo medo.

Maricá, que já foi símbolo de esperança e crescimento, hoje é apontada como a nova “morada do crime”, fruto direto da má gestão e da ausência de comando.

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