Reação nas redes sociais
O senador Flávio Bolsonaro (PL) utilizou suas redes sociais para questionar publicamente os pagamentos realizados pela empresária Roberta Luchsinger a Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em um vídeo publicado na rede social X, o parlamentar indagou sobre a origem e a finalidade dos valores recebidos pelo assessor, que deixou o cargo em julho para integrar a campanha de reeleição do petista.
A defesa de Marcola
Diante da repercussão, Marcola emitiu uma nota confirmando o recebimento dos recursos, mas refutou qualquer ilicitude. Segundo o ex-assessor, a transação tratou-se de uma operação de natureza estritamente pessoal e a dívida já teria sido quitada pela empresária. A explicação, contudo, não conteve as críticas da oposição, que busca associar o caso a uma rede de influência próxima à família presidencial.
Investigações contra Lulinha
O episódio trouxe à tona novos desdobramentos sobre as atividades de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A Polícia Federal suspeita da existência de um esquema envolvendo Lulinha, Roberta Luchsinger e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o ‘Careca do INSS’, na tentativa de viabilizar contratos com órgãos do governo federal, como a Dataprev.
Atuação do STF
O cenário jurídico para o filho do presidente se intensificou. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), assumiu a relatoria de um novo pedido de inquérito da PF para apurar suposto tráfico de influência. Recentemente, o ministro André Mendonça já havia autorizado outras duas investigações contra Lulinha, focadas em possíveis crimes de corrupção e tráfico de influência em contratos vinculados ao Ministério da Saúde e à Dataprev.