Maricá: a realidade da insegurança desmente propaganda do prefeito…

Enquanto o prefeito de Maricá insiste, em campanhas pagas e entrevistas à grande mídia, que o município é a cidade mais segura do Rio de Janeiro, a realidade vivida pelos moradores mostra exatamente o contrário.

A população convive diariamente com um cenário de insegurança. O cidadão de bem já não tem tranquilidade para circular pelas ruas, pois enfrenta riscos constantes de violência e intimidação.

A cidade se transformou em um verdadeiro depósito de moradores de rua muitos deles com histórico criminal que abordam pessoas em ruas e estacionamentos. Há relatos de munícipes agredidos e constantemente ameaçados.

No centro de Maricá, o muro de uma escola foi pichado com uma mensagem anunciando invasão e massacre. O episódio gerou pânico entre pais e responsáveis, lembrando tragédias recentes em escolas do Rio de Janeiro.

Em Ponta Negra, a insegurança cresce a cada dia. Moradores relatam que ruas estão sendo marcadas com siglas de facções criminosas, em clara demonstração de tomada de território.

Agora, uma nova modalidade de terror se espalha: grupos de motociclistas passam durante a madrugada acelerando, empinando motos e jogando bombas que, muitas vezes, são confundidas com tiros. O barulho acorda a vizinhança, deixando famílias reféns do medo e do pânico.

Um morador relatou ter identificado alguns desses elementos na praça do Farol, bem em frente a uma das câmeras do CIOSP (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública), que dispõe de vigilância 24 horas, reconhecimento de placas e canais de denúncia. Mas, segundo o próprio relato, nada foi feito: “O SEOP só respondeu que viram eu discutindo com eles”, contou.

A ausência de fiscalização e a inércia das autoridades diante de delinquentes que agem drogados e de forma premeditada confirmam que o terror se instalou em Ponta Negra e avança para toda a cidade.

Diante desses fatos, a propaganda oficial, que tenta vender Maricá como a cidade mais segura do estado, revela-se uma farsa. O que os moradores encontram é medo, violência e a sensação de impunidade.

Na prática, Maricá se aproxima mais da cidade do crime do que da cidade modelo que o prefeito insiste em apresentar à mídia, custeada com dinheiro público.