MARICÁ ENTRE O FUTURO PROMETIDO E O PRESENTE ABANDONADO: VEREADOR RICARDINHO EXPÕE NOVA MANOBRA POLÍTICA DO PREFEITO QUAQUÁ..

Enquanto os moradores de Itaipuaçu convivem com ruas alagadas por uma simples chuva passageira, buracos, falta de infraestrutura e descaso nos serviços básicos, o prefeito Quaquá insiste em vender a imagem de uma “Maricá do futuro”.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o prefeito exibiu mais uma fazenda adquirida pela prefeitura, onde promete instalar ALAMBIQUE, DESTILARIA, QUEIJARIA E CHARCUTARIA, projetos que destoam da realidade vivida diariamente pela população.

Na contramão do marketing político, o vereador RICARDINHO NETUNO voltou à tribuna da Câmara para denunciar o que considera mais uma afronta à cidade: a criação de CINCO NOVAS SECRETARIAS, sem necessidade real, apenas para atender a interesses políticos.

Segundo ele, quem paga a conta dessa expansão da máquina pública é o povo de Maricá.

Mas a denúncia mais grave foi em relação à fundação da GLOBAL INVEST, uma empresa municipal que será comandada por CÉLSO PANSERA, ex-deputado com passado controverso.

O vereador exigiu a criação de um PORTAL DE TRANSPARÊNCIA para fiscalizar os bilhões que passarão por essa nova estrutura.

O ALERTA do vereador foi como uma semeadura: O FRUTO DESSA SEMENTE PODE SER AMARGO PARA O COLEGIADO.

Caso a proposta de transparência seja rejeitada e a empresa tenha carta branca para movimentar recursos públicos, o risco é repetir episódios como o repasse de 8 MILHÕES PARA A ESCOLA DE SAMBA DO PREFEITO, que terminou em apenas um 5º lugar na Sapucaí e transformou Maricá em MOTIVO DE PIADA NO MUNDO DO SAMBA.

Agora, o risco é ainda maior: UMA MINORIA LEVA VANTAGEM, ENQUANTO A MAIORIA PAGA A CONTA.

O vereador advertiu que, se hoje o prefeito tem total liberdade para ser O JUIZ, O JÚRI E O CARRASCO, amanhã a mudança de cenário político e a ação da Justiça poderão avaliar que o colegiado PREVARICOU MESMO SENDO ALERTADO. Nesse caso, todos poderão responder NA FORMA DA LEI.

A realidade administrativa de Maricá escancara o abismo entre propaganda e verdade.

O município, que deveria ser exemplo de gestão, tornou-se laboratório de projetos mirabolantes enquanto o povo continua à mercê da falta de serviços básicos.

E a pergunta que ecoa em cada canto da cidade permanece sem resposta:

CADÊ O FISCAL DA LEI?