A cidade de Maricá vive um contraste cada vez mais evidente entre o que a população espera de uma gestão pública e o que tem recebido da atual administração.
Se por um lado o governo do prefeito Washington Quaquá anuncia obras grandiosas como a chamada “Cidade da Segurança” por outro lado cresce a rejeição popular diante da falta de transparência, das prioridades distorcidas e do acúmulo de denúncias de irregularidades.
E esse sentimento não surge do nada.
Ele nasce da comparação direta com gestões anteriores, como a do ex-prefeito Fabiano Horta, que priorizou o bem-estar do cidadão e estruturou políticas públicas focadas no dia a dia da população mobilidade, atendimento, serviços básicos, qualidade de vida e presença comunitária.
A diferença de postura é tão grande que muitos moradores afirmam sentir saudade de uma administração que colocava o povo no centro das decisões.
Hoje, o que se vê é quase o oposto.
CIDADE DA SEGURANÇA: PROJETO GRANDE, MAS INFORMADO PELA METADE…
Mesmo elogiando a importância de fortalecer a segurança preventiva, a população continua sem respostas sobre algo fundamental: o custo real do projeto.
Informações que circulam nos bastidores apontam que o valor pode superar R$ 8 BILHÕES o que tornaria a obra uma das mais caras da história da cidade.
Por isso, a TVC cobra de forma objetiva:
Prefeito Quaquá, confirme ou corrija:
A “Cidade da Segurança” custará mais de R$ 8 bilhões?
Se não, qual é o valor verdadeiro?
A falta dessa informação básica só aumenta a desconfiança.
E a rejeição não cai do céu: ela nasce dos fatos.
NOVA DENÚNCIA: R$ 30 MILHÕES EM USINA ABANDONADA E OUTROS R$ 61 MILHÕES EM NOVO CONTRATO.
O vereador Ricardinho Netuno voltou a expor mais um caso grave envolvendo a Codemar e contratos milionários da Prefeitura.
Segundo ele:
Uma usina fotovoltaica construída pela empresa Volt Energy teria recebido quase R$ 30 milhões da Codemar em 2024.
Hoje, a usina está abandonada, sem vigilância, sem funcionários e **sem utilidade alguma para a população.
Mesmo com esse histórico, em 2025 a Prefeitura firmou novo contrato com a mesma empresa, agora no valor de R$ 61 milhões.
O total chega a R$ 91 milhões sem que a cidade veja um único benefício prático.
Enquanto isso:
prédios públicos continuam **alugando geradores,
contratos milionários de diesel seguem ativos,
e a população enfrenta apagões, calor e serviços intermitentes.
A denúncia reforça o que vem sendo dito há meses: Maricá está gastando como uma metrópole rica, mas entregando como um município sem gestão eficiente.
DESCONFIANÇA? NÃO. É MEMÓRIA.
Este novo caso se soma a outros episódios já conhecidos pela população:
R$ 8 milhões em apoio para uma escola de samba que ficou em 5º lugar;
Mais de R$ 70 milhões em estruturas de Niemeyer paradas em depósito;
Mais de R$ 30 milhões em um Natal sem Papai Noel;
Milhões despejados no “molho” de Itaipuaçu, sem eficácia comprovada.
Além das denúncias criminais e administrativas:
O vereador Ricardinho afirma publicamente que existe uma quadrilha operando dentro da Prefeitura;
O deputado Filippe Poubel denuncia uma licitação fraudulenta envolvendo o governo municipal.
Com tudo isso acontecendo ao mesmo tempo, é natural e legítimo que o maricaense questione o rumo da cidade.
MARICÁ NÃO QUER MILAGRES. QUER RESPEITO.
A rejeição crescente à administração Quaquá nasce da falta de compromisso com o básico:
transparência, prioridade, responsabilidade e verdade.
Não adianta anunciar obras se a população segue sem informações claras, enquanto dinheiro público é desperdiçado em projetos abandonados, contratos duvidosos e gastos que não refletem o interesse coletivo.
A TVC seguirá cobrando. Porque Maricá tem memória e tem voz.