Em uma visita à suntuosa fazenda de 590 hectares em Três Rios, RJ, o prefeito de Maricá, Fabiano Horta, popularmente conhecido como Quaqua, revelou um audacioso projeto que promete transformar a dinâmica produtiva da cidade.
Com suas inovações à frente do tempo, Quaqua, que muitos consideram um moderno Nostradamus, se mostrou otimista quanto ao futuro do café na região.
Durante uma conversa descontraída com o proprietário da fazenda centenária, Sr. Antônio Dias, o prefeito mergulhou na rica tradição do cultivo cafeeiro local.
A fazenda, reconhecida pela alta qualidade de seus grãos, serve como pano de fundo para a reflexão do líder sobre o potencial inexplorado de Maricá no setor, que ainda depende de multinacionais para o beneficiamento e a comercialização do café.
“Queremos mudar essa realidade. Hoje, apenas 5% do valor agregado aos produtos fica com o produtor local. O restante é absorvido por grandes empresas como a Nestlé, enquanto nossos grãos de qualidade seguem para países como Itália, Alemanha e Suíça,” destacou Quaqua.
O plano ambicioso inclui a implantação de uma fábrica de torrefação e beneficiamento na cidade de Maricá, utilizando tecnologia de ponta, trazida diretamente da China, para produção de cápsulas e máquinas de café expresso.
Além de impulsionar a economia local, o projeto visa reviver a tradição cafeeira na Serra, estimulando a produção em Cataguá, que já foi sinônimo de café de excelência.
“Estamos determinados a apoiar todas as regiões e restabelecer o prestígio do café brasileiro. Maricá será um ponto de referência na produção nacional,” completou o prefeito.
Assim, com uma visão futurista, Quaqua continua a traçar um novo caminho para Maricá, mostrando que o café, além de uma paixão nacional, pode se tornar um motor econômico poderoso, beneficiando diretamente os produtores locais e fortalecendo a identidade da cidade no cenário agrícola brasileiro.