A crise social que hoje atinge Maricá não nasceu por acaso e tampouco se sustenta sem cumplicidade.
Enquanto bairros enfrentam abandono, moradores de rua se multiplicam, grupos armados circulam à luz do dia e benefícios essenciais são cortados, a população observa um cenário que mistura descaso, autoritarismo e omissão.
No centro desse ambiente está o prefeito Washington Quaquá, chamado por muitos moradores de “O TIRANO DE MARICÁ”,
acusado de impor um modelo político que retira direitos, sufoca trabalhadores e abre espaço para estranhos ocuparem vagas que antes pertenciam aos moradores da própria cidade.
Em paralelo a essa realidade dura, os dois deputados eleitos por Maricá seguem silenciosos: Rosângela Zeidan e Renato Machado, parlamentares que, em vez de ecoar o sofrimento da população, parecem ter tomado distância justamente no momento em que o povo mais precisa.
ZEIDAN: UMA HISTÓRIA QUE A DEPUTADA PREFERE NÃO RECUPERAR
Hoje, Zeidan circula pela Colômbia enquanto seus eleitores enfrentam cortes de benefícios, obras paradas e aumento da violência.
Publicamente, tenta transmitir a imagem de parlamentar dinâmica, engajada e presente nas causas das mulheres. Mas as mulheres de Maricá, que sofrem com desemprego, abandono e insegurança, não veem essa presença acontecer.
Vale lembrar:
Antes de ocupar uma cadeira na Alerj, Zeidan atuava politicamente ao lado de Quaquá, reforçando seus instrumentos de influência o jornal Outras Palavras e a revista Maricá Já.
Naquela época, ela visitava comércios, oferecia espaços publicitários, caminhava lado a lado com a base que ajudou a consolidar o poder de Quaquá num período sem fartura, sem verbas amplas, sem estrutura confortável.
É uma história que muitos preferem apagar, mas a cidade lembra, e nós fizemos parte dela com uma diferença fundamental:
continuamos ao lado das comunidades, aquelas mesmas que levaram Quaquá ao poder e mudaram para sempre a vida política da família.
O PLANO POLÍTICO QUE CIRCULA NOS BASTIDORES..
Fontes ligadas ao grupo político afirmam que o projeto é claro:
reeleger Zeidan,
eleger Diego, filho do ex-casal, consolidar um ciclo de continuidade que mantém Maricá sob o mesmo comando, mesmo com tantas críticas da população.
Ao ver esse movimento, muitos questionam:
como falar em representar o povo enquanto o povo é quem mais sofre?
RENATO MACHADO: DO “CHÃO DA LUTA” AO MARKETING DO GOVERNO…
O deputado Renato Machado já esteve do lado dos trabalhadores, chegando a dividir quentinha na calçada com quem lutava por sobrevivência.
Hoje, porém, se limita ao papel de “garoto-propaganda” do prefeito, blindado, distante, descolado da dor que volta a crescer na cidade.
A omissão dos parlamentares se torna ainda mais grave quando a própria população, antes beneficiada, agora sente o peso dos cortes, da violência e do abandono administrativo.
O TEMPO É O SENHOR DA VERDADE E ELE ESTÁ CHEGANDO…
Nas próximas eleições, será o eleitor o mesmo que hoje sente o chicote do poder quem vai apertar o botão CONFIRMA.
E, como aconteceu na eleição presidencial em que o “Mito preso” derrotou o candidato do PT, a resposta das urnas pode surpreender e devolver Maricá às mãos da população.
O tempo cobra.
O tempo revela.
E o tempo está chegando.