A pesquisa do Instituto Iguape confirma o que a população de Maricá já sente: a gestão de Washington Quaquá (PT) enfrenta rejeição histórica.

Enquanto a propaganda oficial tenta vender uma imagem de cidade modelo, a realidade é outra.

Benefícios sociais foram cortados, o desemprego cresce e o comércio local sofre com o fechamento de lojas. A contratação de trabalhadores de outros municípios em cargos estratégicos piora ainda mais a situação.
O vereador Ricardinho Netuno denunciou que a Prefeitura liberou 12 milhões de reais para patrocínios de filmes e projetos ligados a militantes do partido, sem licitação, enquanto serviços essenciais seguem precários.
O descaso também atinge saúde e educação. O surto de sarna na Creche Leda Maria, em Cordeirinho, expôs a falta de ações preventivas.
Enquanto isso, 8 milhões de reais foram gastos na escola de samba do prefeito, garantindo apenas o quinto lugar um exemplo claro de desperdício de dinheiro público.
Especialistas apontam que a administração prioriza projetos grandiosos e propagandísticos em detrimento das necessidades reais da população, comprometendo serviços essenciais e a credibilidade do governo.
Além disso, chama atenção das autoridades: um prefeito já CONDENADO continua fazendo o que bem entende, sem respeitar a lei, usando dinheiro público para projetos pessoais e nomeando apadrinhados em cargos estratégicos, mesmo quando há pessoas qualificadas disponíveis no município.
Casos como o desperdício de 8 milhões na escola de samba, enquanto pacientes são atendidos no chão do hospital, e o surto de sarna na Creche Leda Maria, evidenciam a falta de gestão e a prioridade aos interesses pessoais em detrimento do bem coletivo.
A pergunta que cresce em evidência: POR QUE AS AUTORIDADES PERMITEM tamanha violação da legalidade?
O momento exige atenção das autoridades: é hora de fiscalizar, cobrar responsabilidades e impedir que recursos públicos continuem sendo usados para mascarar a realidade e favorecer interesses pessoais.
A população quer resultados concretos: melhorias em saúde, educação e geração de empregos, não propaganda enganosa.
“Vox populi, vox Dei — a voz do povo é a voz de Deus.”