Em mais uma demonstração de descaso com as reais necessidades do povo de Maricá, o prefeito Washington Quaquá instituiu a chamada Secretaria de Relações Institucionais em Brasília, uma estrutura que, na prática, parece mais um gasto desnecessário do que uma solução para os problemas da cidade.
O objetivo oficial da secretaria é coordenar a articulação política da prefeitura com órgãos federais e outras entidades em Brasília, fortalecendo a representação do município junto ao governo central.
No entanto, diante do histórico de gastos absurdos e desvios de foco da gestão Quaquá, fica evidente que essa é mais uma manobra para ampliar a máquina pública e justificar despesas milionárias com pouca ou nenhuma transparência.
Esse novo capítulo se soma a uma lista de gastos polêmicos que já marcaram a administração. Entre eles, o clube de futebol municipal, a escola de samba que consumiu R\$ 8 milhões no último carnaval, projetos futurísticos estimados em R\$ 73 milhões, e viagens à Europa com comitivas de mais de 40 pessoas, incluindo shows com cantores de renome nacional, tudo bancado pelo dinheiro público de Maricá.
O cenário ganha ainda mais gravidade ao considerar que Quaquá é um prefeito condenado, conforme consta no site do Tribunal Superior de Justiça (TSJ).
Sua gestão acumula diversas denúncias, muitas delas apresentadas no plenário da Câmara Municipal pelo vereador Ricardinho Netuno, expondo uma administração permeada por irregularidades.
Apesar das evidências e do clamor público, o fiscal da Lei permanece inerte, ignorando a necessidade de investigar com rigor as inúmeras denúncias que rondam a prefeitura.
A imprensa local tem buscado apurar os motivos dessa morosidade, questionando os entraves que impedem a transparência e a responsabilização dos envolvidos.
Maricá, que deveria ser prioridade máxima, está sendo usada como vitrine para um governo que parece mais interessado em expandir sua estrutura e manter privilégios do que em atender às demandas urgentes da população.
Aos que hoje se mostram coniventes com os crimes e irregularidades denunciados pelo vereador, fica o aviso: o poder é passageiro.
Os tentáculo da impunidade sai de um estado passa pôr Brasília chegando a Maricá onde deixa sua marca no coração do povo…
O que hoje dita ordens e controla destinos, amanhã pode não mais mandar.
O futuro é senhor da razão e da justiça que falta hoje, e essa justiça irá se fazer presente para cobrar de todos o sofrimento imposto a uma população que é refém de uma administração que se coloca acima da Lei.
É hora de a sociedade acordar e exigir responsabilidade, transparência e respeito ao dinheiro público — antes que os prejuízos à cidade sejam irreversíveis.