Maricá em colapso: moeda travada, carrinhos cheios e vergonha nos caixas..

O que aconteceu hoje em uma comunidade de Maricá escancarou mais uma vez o colapso da administração de Washington Quaquá.

Moradores e lideranças locais, revoltados, relataram momentos de constrangimento e indignação em supermercados da cidade.

Carrinhos cheios, compras de casa garantidas mas na hora de pagar, a humilhação: o sistema da moeda Mumbuca travou.

Mesmo com saldo nas contas, os pagamentos não eram liberados. Filas formadas, confusão, e um sentimento de vergonha coletiva.

Uma moradora, emocionada, desabafou diante das câmeras da TVC:

“Quaquá está rindo da nossa cara! Ele se acha o senhor da montanha, mas está esquecendo que quem criou a montanha é quem nos guarda, e vai cobrar tudo que ele está fazendo com Maricá.”

A frase virou o símbolo de uma revolta popular que cresce a cada dia.

A população já não aguenta mais as falhas, o descaso e o deboche de um governo que parece viver em outro país literalmente.

Enquanto os maricaenses enfrentam constrangimento nos caixas e humilhação nos mercados, o prefeito Quaquá passeia pela Europa, visitando museus e clubes de futebol, completamente alheio ao sofrimento de quem vive a realidade da cidade.

O que se vê agora é o resultado de um esvaziamento político e administrativo provocado pelo próprio prefeito, que transformou a máquina pública em um sistema de poder pessoal.

Tudo gira em torno dos seus interesses e de um grupo reduzido de aliados, enquanto o povo paga o preço no bolso e na dignidade.

A TVC vem alertando há meses: Maricá está mergulhada em um caos silencioso, e o travamento da Mumbuca é apenas um reflexo da desordem interna que domina a gestão municipal.

Fontes internas confirmam que há problemas de operação e gestão nos fundos da moeda, agravados por disputas políticas e pelo controle concentrado nas mãos do grupo que comanda o poder local.

A população deve se preparar outras situações ainda estão nas sombras, e quando vierem à tona, vão mostrar o Maricá está sendo governada como se estivesse acima da lei