Itaboraí — A cidade volta a ser palco de graves denúncias envolvendo máquinas e servidores da prefeitura supostamente trabalhando em área particular, localizada em uma fazenda no distrito de Cabuçu.
Segundo informações obtidas por fontes locais, o terreno pertenceria a um político , o fato das máquinas dá prefeitura assim como vários funcionários da prefeitura em área particular o que pode configurar peculato e improbidde administrativa
O jornalista Marcelo Cerqueira, do Jornal NaPauta, confirmou que está em diligência para obter detalhes sobre o verdadeiro proprietário da área. Em contato telefônico, Cerqueira declarou:
“Maricá está muito presente na cidade de Itaboraí.”
Ele informou ainda que está reunindo novas evidências para apresentar às autoridades competentes, reforçando o elo entre figuras políticas das duas cidades.
A denúncia ganhou novos contornos quando a jovem militante Franciele Lopes, acompanhada de colegas do PL e um advogado, gravou um vídeo em frente ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), denunciando ameaças sofridas após publicar o flagrante das máquinas municipais atuando em área privada.
Franciele relatou que, no dia anterior, foi abordada por ocupantes de um veículo escuro que tentaram forçá-la a entrar no carro, proferindo a ameaça:
“IREMOS QUEBRAR TODOS VOCÊS.”
“Jamais pensei que seria ameaçada dessa forma. Nosso objetivo era ajudar, fiscalizar o município e cobrar providências da gestão pública. Não iremos parar, fiscalizar é nosso dever”, declarou Franciele, em conversa por telefone com o jornalista Ricardo Cantarelle.
Outro militante, Jean, complementou:
“Não aceitaremos que nossa cidade vire uma terra de coronéis.”
O caso agora está nas mãos do Ministério Público, que deve investigar não apenas o uso indevido de bens públicos, mas também as ameaças e tentativas de intimidação contra jovens cidadãos que exerceram o direito de fiscalizar o poder público.
Vale lembrar que a deputada estadual Rosângela Zeidan também registrou ocorrência policial após ser ameaçada por grupos políticos ligados à cidade, o que reforça o clima de tensão e impunidade que paira sobre a região.
Fechamento
Pelo visto, Itaboraí está voltando ao passado, quando os “capitães do mato” obedeciam aos senhores da Casa Grande, agindo como juízes, júris e carrascos.
É urgente que o fiscal da lei se faça presente, antes que um inocente se torne vítima das forças ocultas que tentam calar a verdade.