A TVC – TV Copacabana vem a público esclarecer à população de Maricá os bastidores de uma apuração jornalística que resultou em omissão por parte da Secretaria Municipal de Comunicação.
Este não é um texto baseado em opinião.
Os fatos aqui narrados estão documentados e comprovados por registros oficiais, apresentados ao longo desta matéria.
O fato que originou a apuração
Após a divulgação oficial da Prefeitura informando apoio a um evento cultural realizado em Cordeirinho, o jornal Barão de Inohan publicou reportagem na qual o jornalista Pery Salgado ouviu os organizadores do evento.

Segundo os organizadores, não houve qualquer apoio da Prefeitura, seja financeiro, estrutural, logístico ou institucional informação que diverge da versão oficial divulgada pelo governo municipal.
Diante dessa contradição, a TVC iniciou os procedimentos formais de apuração.
Pedido formal de esclarecimentos (documentado)

A TVC encaminhou pedido formal de esclarecimentos à Secretaria Municipal de Comunicação, utilizando canal institucional oficial, com linguagem técnica, respeitosa e dentro do protocolo jornalístico.
Reenvio diante da ausência de resposta
Sem qualquer retorno ao primeiro contato, a TVC realizou reenvio formal da solicitação, reforçando o interesse público da informação e o dever institucional de resposta por parte da pasta.

O próprio reenvio comprova que não houve resposta anterior**, caracterizando silêncio institucional.
Quando o silêncio se torna fato público
A ausência de resposta da Secretaria de Comunicação não é interpretação editorial.
Ela é um fato objetivo, demonstrado pela necessidade de um segundo contato formal sem que o primeiro tivesse sido respondido.
Esse silêncio revela dois problemas graves:
1️⃣Violação do dever de transparência
Ignorar solicitações formais da imprensa afronta o princípio constitucional da publicidade e impede que a população tenha acesso a informações de interesse público.
2️⃣ Desrespeito ao canal entre poder público e sociedade
A imprensa atua como ponte entre o Estado e o cidadão. Ao ignorar a imprensa, o poder público não silencia um veículo, mas retira da população o direito de ser informada.
A incoerência institucional
A gravidade do episódio se amplia pelo fato de o responsável pela pasta, Keffin Gracher, possuir formação em Jornalismo e Sociologia.
Justamente por essa formação, seria razoável esperar:
respeito ao protocolo jornalístico;
compreensão do papel social da imprensa;
e compromisso com o diálogo entre poder público e sociedade.
A postura demonstrada pela ausência de resposta, contudo, se distancia dos princípios básicos dessas áreas, especialmente no que se refere à mediação transparente da informação pública.
Relevância pública comprovada
A TVC não atua em interesse próprio. O veículo se comunica hoje com mais de 200 mil pessoas, conforme demonstram métricas públicas de alcance e engajamento.

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Ignorar esse canal significa ignorar uma parcela expressiva da população de Maricá.
Encaminhamento institucional
Diante da ausência de resposta, a TVC cumpre seu dever de tornar os fatos públicos, inclusive para conhecimento do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, a quem cabe zelar pelo cumprimento da lei e pela defesa do interesse coletivo.
A TVC reafirma seu compromisso com:
a verdade comprovada;
o rigor jornalístico;
e a população de Maricá, seu maior aliado histórico.
Porque o tempo é o senhor da verdade.
E quando há documentos, a verdade se sustenta sozinha.