Morte após procedimento médico
Uma juíza do Rio Grande do Sul, de 34 anos, faleceu nesta quarta-feira (6) após passar por um procedimento de coleta de óvulos em uma clínica de reprodução assistida em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. A magistrada foi identificada como Mariana Francisco Ferreira. O caso foi registrado como ‘morte suspeita’ e ‘morte acidental’ pela Polícia Civil.
Relato da família e complicações
De acordo com o boletim de ocorrência, Mariana realizou a coleta de óvulos na última segunda-feira (4). Após receber alta da clínica por volta das 9h, ela retornou para casa, mas passou a sentir fortes dores. A mãe da juíza a levou de volta à clínica por volta das 11h do mesmo dia. No local, a equipe médica constatou que Mariana sofria de uma hemorragia vaginal, apesar de a juíza ter relatado acreditar ter urinado na roupa. O médico responsável tentou conter o sangramento com uma sutura.
Agravamento do quadro e óbito
O quadro de saúde de Mariana se agravou e ela foi transferida para a Maternidade Mogi Mater, onde foi encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na terça-feira (5), a juíza passou por uma cirurgia. No entanto, na madrugada de quarta-feira (6), Mariana sofreu duas paradas cardiorrespiratórias. Apesar dos esforços de reanimação, ela faleceu no início da manhã.
Investigação e nota do TJRS
A Polícia Civil requisitou exames ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML) para apurar as causas da morte. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) lamentou o falecimento da magistrada em nota, informando que Mariana foi vítima de complicações decorrentes de um procedimento cirúrgico. O TJRS destacou o trabalho de Mariana, ressaltando seu