Nesta quinta (7) teve mais uma operação da Polícia Ambiental para tentar frear o avanço dessas obras.
Sob o comando do Tenente Malheiros, a operação tevê início..
Segundo os agentes, o imóvel não tem autorização para ser construído nem responsável técnico.
Segundo informações do Ministério Público do Rio, quase todos esses “empreendimentos” construído pela milícia
são vendidos por três imobiliárias, que tiveram os alvarás de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli) concedidos pela Prefeitura do Rio em 2010. Segundo os promotores, as imobiliárias estariam em nomes de pessoas investigadas por envolvimento com a milícia. Os prejuízos para o grupo criminosos foram estimados em milhões.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura, Habitação e Conservação (SMIHC) informou ainda que já emitiu esse ano 150 notificações, que geram processos administrativos visando à demolição das construções.
Só a região da Zona Oeste da cidade concentra 60% dos empreendimentos irregulares derrubados pela Prefeitura

