Casemiro defende convocação de Neymar para a Copa de 2026: ‘Ele pode mudar o jogo’

Casemiro exalta importância de Neymar e pede sua convocação para a Copa de 2026

O volante Casemiro, um dos pilares da Seleção Brasileira e titular do Manchester United, expressou seu desejo de ter Neymar ao seu lado na Copa do Mundo de 2026. Em entrevista ao canal de Rio Ferdinand no YouTube, Casemiro destacou a capacidade única do camisa 10 de desequilibrar partidas, mesmo que não consiga atuar o jogo inteiro.

“Se dependesse de mim, eu levaria ele para a Copa do Mundo. Mas sem jogar todas as partidas, não seria o ideal para ele”, declarou Casemiro. “Ele pode mudar o jogo. Em uma partida de 0 a 0, ele pode dar uma assistência ou marcar gol decisivo. Nós não temos esse tipo de jogador no momento”, completou.

Neymar na lista: um debate em aberto

Embora o nome de Neymar conste na pré-lista enviada à FIFA, sua convocação ainda depende da avaliação da comissão técnica sobre sua condição física e ritmo de jogo. A preocupação não se resume apenas à recuperação da lesão, mas também à capacidade do jogador de manter a intensidade necessária em uma competição curta e decisiva.

Carlo Ancelotti, técnico da Seleção, nunca descartou a possibilidade de contar com Neymar. O treinador reconhece o talento do atacante e sua capacidade de decidir partidas, mas também pondera sobre o risco de levar um atleta sem a sequência ideal de jogos.

Casemiro compara Neymar a gigantes do futebol

Em sua análise, Casemiro colocou Neymar ao lado de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi como os maiores jogadores de sua geração. “Minha geração é Cristiano Ronaldo, Messi e Neymar. O Neymar um pouco atrás por que não ganhou tantos troféus. Messi e Cristiano são de outro mundo.”, afirmou.

Proposta de conversa entre Neymar e Ancelotti

Casemiro já havia, em entrevista anterior à ESPN, sugerido uma conversa franca entre Neymar e Ancelotti. A ideia seria alinhar expectativas, definindo que o jogador poderia ser fundamental em momentos específicos do jogo, como em 20 ou 30 minutos cruciais, ou até mesmo como titular em determinadas partidas. “Acho que é apenas uma conversa”, ponderou o volante.