Washington Quaquá segue se alimentando da própria imagem como um messias político. Mas enquanto se autopromove como líder visionário, Maricá paga a conta de sua soberba.
A cena que se desenha hoje no município é clara: as obras de pavimentação prometidas pelo Governo do Estado foram simplesmente paralisadas e o trecho que chegou a ser iniciado nem foi finalizado.
O recado do governador Cláudio Castro nas entrelinhas é brutal: o prefeito de Maricá não tem peso político como pensa ter no cenário estadual.
Mesmo diante do desprestígio explícito, Quaquá faz o que sabe: encena. Ao invés de cobrar, articula.
Ao invés de confrontar, já que a cidade de Maricá tem 2 deputados quê até hoje os eleitores aguardam uma ação concreta quê favorece a melhoria da cidade de Maricá.
E no auge da vaidade, assume para si a responsabilidade pela conclusão das obras, assinando embaixo que o seu ego fala mais alto que qualquer estratégia de gestão.
Resultado? A população de Maricá verá o dinheiro do município ser usado para executar uma obra que, por lei, deveria ser responsabilidade do estado.
É a soberba no comando. Porque ao invés de lutar pelo que é de direito da cidade, o prefeito prefere virar vitrine, mesmo que isso signifique sacrificar os cofres públicos em nome da própria vaidade.
Enquanto isso, o governador segue executando obras em outros municípios da Região dos Lagos com recursos próprios do estado, sem precisar dividir protagonismo com prefeitos bravateiros.
Em Maricá, a pavimentação virou um culto de imagem uma obra de igreja, onde Quaquá quer ser o único altar possível.
E como se não bastasse o espetáculo de soberba, ainda temos o capítulo da segurança pública ou melhor, da falta dela.
Há poucos dias, Quaquá foi à televisão para dizer que criminosos não têm vez em Maricá. Mas quem desmentiu o prefeito foi a própria realidade: um policial foi executado em plena luz do dia, diante de testemunhas, sem que uma única câmera das “centenas”
quê afirma ter, nenhuma tenha registrado o crime.
O vereador Netuno, mais uma vez “ESCRACHA” o Quaqua, desmascarou a farsa: Quaquá virou um Forrest Gump da política, um contador de histórias que vive de frases prontas e realidades fabricadas.
Enquanto o prefeito fala em controle, a cidade grita por segurança. Enquanto ele posa como articulador, é ignorado pelo governo do estado. Enquanto ele se vende como futuro, a população vive o abandono do presente.
O tempo, como sempre, é o senhor da verdade. E o tempo de Quaquá está escorrendo pelas mãos — junto com a paciência de quem cansou de promessas, soberba e mentira.